Você já parou para pensar em todas as atividades que envolvem as operações de uma safra? Quantas pessoas são envolvidas? Quais equipamentos são necessários? Quanto, quando, quais e como os insumos devem ser utilizados?

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São vários os questionamentos e uma necessidade grande de se fazer muito bem o planejamento e a gestão deste processo, principalmente para evitar retrabalho e desperdício de insumos e mão-de-obra. É fundamental que este planejamento seja adotado para todas as culturas e cultivares da área planejada para a safra em questão.

São muitas as vantagens alcançadas com o planejamento e a execução do manejo a partir das recomendações técnicas. Dentre elas é possível destacar a racionalização/programação correta dos insumos e recursos, identificação dos custos por operação, possibilitando a análise para posterior adequação dos processos e consequentemente redução dos custos de produção, e ainda um aumento da produtividade e rentabilidade.

Algumas questões são fundamentais para uma boa gestão no agronegócio, veja:

- Cadastro das Fazendas e as suas respectivas áreas (talhões e microtalhões), possibilitando um gerenciamento apurado dos custos e da produtividade.

- Cadastro dos Condomínios Rurais, com a identificação dos participantes e de suas respectivas áreas (Fazenda, Talão, microtalhão).

- Identificação das Culturas (ex.: Soja, Milho, Trigo), dos cultivares (variação da semente) e criação de rotações (ciclo produtivo) para as Safras.

- Planejamento da Safra, com a identificação por Safra e por Rotação, quais são as culturas a serem plantadas, e para cada uma, quais são os cultivares e as áreas (Fazenda, Talhão e Microtalhão) onde os mesmos serão plantados.

- Criação e gerenciamento das Recomendações Técnicas, agilizando as operações de manejo.

Esses são alguns controles que evitam o desperdício no manejo da safra.

Edson Wobeto – Analista de Negócio Cigam