Segundo um estudo recente, o futuro do setor de confecção é “Incerto, mutável e desafiador”. No Brasil, em virtude das atuais crises políticas e econômicas, isso ganha ainda mais coro e causa temor nos pertencentes a este setor.

Como todo momento de crise, se destaca quem está preparado. E no setor de confecções, isso se torna essencial, uma vez que ainda há o agravante da forte concorrência dos países asiáticos, com preços que causam alvoroço neste mercado.

Sendo assim, a busca pelo incremento na produtividade se faz constante. E é aí que entra a importância de boas ferramentas de gestão. Otimizar o uso de tecidos, planejar a compra de matéria prima para o momento ideal, ter controle sobre as produções internas e também do que envolve terceirização são todos recursos essenciais.

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Ao escolher uma ferramenta de gestão para este setor, deve-se avaliar a possibilidade de se ter controle sobre a rentabilidade nos produtos, margens na venda, controle das obrigações fiscais, gestão da ocupação das máquinas, monitoramento de lote e grade dos produtos, desde o fornecedor até a ponta.

Todos esses recursos, se presentes no sistema de gestão, possibilitam uma redução no tempo dos processos, uma apuração eficiente dos custos e um portfólio de serviços eficientes. Resumindo: aumento de produtividade. Fazer mais, em menos tempo e com menos recursos.

Tais recursos, se presentes na corporação, a tornarão inovadora, e como é sabido, o inovador e o desafiador é o que move o mercado a novos níveis. As ferramentas estão disponíveis. Cabe a cada empresa decidir se estará entre o novo.

Antonio Guimarães – Executivo de Vendas da Cigam Systempar